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Pessoal · Seguro para Motos

Na moto, o uso decide a apólice antes da cilindrada.

Lazer e viagem, deslocamento diário e trabalho são riscos diferentes, com aceitação e preço diferentes. Contratamos as melhores coberturas para você com o preço mais competitivo.

Moto naked de alta cilindrada estacionada em ambiente de concreto
  • 25 anos em risco corporativo
  • Certificação internacional ISO 31000
  • Atendimento nacional

Acima de 300 cilindradas, o produto muda de categoria

Motos de maior cilindrada são tratadas como um produto próprio no mercado, distinto do que se oferece à moto de deslocamento urbano. Isso não é rótulo comercial: muda a estrutura de coberturas disponíveis, a lista de cláusulas adicionais, o limite de importância segurada e a régua de aceitação.

Duas consequências práticas:

  • O uso declarado pesa mais do que na apólice de carro. Moto usada para entrega, retirada de documentos, ronda, visita comercial ou trabalho similar é outro risco, com outra aceitação. Declarar uso de lazer para uma moto que trabalha é o defeito que reaparece no sinistro.
  • Quando a moto está em nome da empresa, ela precisa ser de uso particular do sócio, do dirigente ou de sua família. Moto de PJ que presta serviço não é este produto.
a mesma motoLazer e viagemEntrega e serviçooutro produto, outra aceitação
O mesmo veículo, dois riscos. O caminho declarado é o que a apólice contrata.

O que se contrata, em três blocos

Ramos SUSEP 0531 Automóvel — Casco · 0553 Responsabilidade Civil Facultativa — Auto · 0520 Acidentes Pessoais de Passageiros. Anexo I da Circular SUSEP 682/2022, com alterações da 695/2023. Para efeito de classificação, moto é veículo automotor do grupo Automóvel.

Bloco 1 — Básicas: a escolha do casco

Compreensiva

Colisão, choque, abalroamento e queda; incêndio, raio e explosão acidental; roubo e furto, total ou parcial; alagamento e enchente; vendaval, granizo e queda de agente externo; despesas de socorro e salvamento. É a contratação padrão para alta cilindrada.

Incêndio, roubo e furto

Sem colisão.

Exclusiva de RCF-V

Sem casco, apenas para responder a terceiros.

A modalidade pode ser valor de mercado referenciado, com fator de ajuste sobre a tabela vigente na data do sinistro, ou valor determinado — a segunda é o caminho para modelos que a tabela precifica mal.

Bloco 2 — Complementares: terceiros e ocupantes

RCF-V — danos materiais e danos corporais

O prejuízo que a moto causa a terceiros. Em moto, a proporção se inverte em relação ao carro: o dano ao seu bem é limitado pelo valor da moto, mas o dano corporal a um terceiro não tem esse teto. Danos corporais não podem ser contratados sem danos materiais e respondem como segundo risco em relação ao seguro obrigatório.

APP — acidentes pessoais

Morte e invalidez permanente do piloto e do garupa, com despesas médico-hospitalares acompanhando a cobertura sem consumir o limite de morte e invalidez.

Bloco 3 — Adicionais: as cláusulas que se somam
  • Verba extra em indenização integral, paga sem necessidade de comprovação de compra
  • Danos morais e estéticos a terceiros — exige RCF-V de danos corporais
  • Custos de defesa
  • Isenção ou desconto de franquia no primeiro sinistro de casco
  • Extensão de perímetro para países conveniados da América do Sul e Carta Verde — coberturas distintas entre si: a extensão de casco não arrasta RCF-V nem APP
  • Assistência 24 horas — guincho com quilometragem definida, chaveiro com regra própria para moto (abertura de tanque, banco e baú, troca de bateria de telecomando, sem confecção de chave em caso de perda ou quebra), transporte dos ocupantes, hospedagem, remoção inter-hospitalar. Serviço suplementar com limite próprio, não cobertura de seguro.

Acessórios como baú e equipamentos especiais têm regra de aceitação própria e precisam ser declarados na proposta.

O que fica de fora, e por quê

  1. 01
    Uso profissional declarado como lazer

    Entrega, delivery, retirada de documentos, monitoramento, ronda e visita comercial são outro risco e outra aceitação.

  2. 02
    Moto de pessoa jurídica que não seja de uso particular

    De sócio, dirigente, gerente ou família.

  3. 03
    Competição, racha e prova de velocidade

    Inclusive treinos.

  4. 04
    Acessórios e equipamentos especiais não declarados

    Na proposta e não constatados em vistoria.

  5. 05
    Equipamento de pilotagem sem a cláusula específica

    Capacete e vestuário não entram no casco por serem itens do piloto, não da moto.

  6. 06
    Dano moral e estético a terceiros sem a cláusula própria

    São contratação à parte, dependente de RCF-V de danos corporais.

  7. 07
    Serviços de assistência acima do limite contratado

    Seja limite de valor ou de acionamento — o excedente é do segurado.

  8. 08
    Declaração de risco inexata

    Vale aqui a mesma regra do auto: omissão dolosa faz perder a garantia; omissão culposa reduz a indenização proporcionalmente.

Em moto de alta cilindrada, quase todo sinistro grave tem dois lados: o bem e o corpo. Dimensionar só o primeiro é o erro mais comum da categoria.

Como estruturamos

01
Contexto

Cilindrada, modelo, quem pilota, com que frequência, para quê, e onde a moto dorme.

02
Exposição

O custo de repor a moto e o custo de um terceiro grave. São ordens de grandeza diferentes.

03
Tratamento

Qual casco, qual limite de terceiros, qual franquia reter, quais adicionais valem o prêmio — equipamento de pilotagem e trânsito internacional entram aqui.

04
Colocação e revisão

Seguradora com apetite para aquela cilindrada e aquele perfil. Revisão quando o uso muda.

Nem todo risco deve ser transferido. Parte se resolve com garagem, rastreador e decisão de uso. O que sobra é o que compensa segurar.

Para o carro da casa, veja o seguro auto. A garagem onde a moto dorme também entra no risco residencial.

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Quanto mais preciso o perfil, mais próxima a cotação do preço final.

Cilindrada
Uso da moto

Informe o uso real, não o mais conveniente. É esse campo que define a aceitação e o preço — e é o primeiro que a seguradora verifica no sinistro.

A moto está em nome de
Idade de quem pilota
Onde fica guardada
Acessórios e equipamentos

Peças substituídas e acessórios precisam ser declarados na proposta.

O que você quer proteger
Pretende viajar para fora do Brasil?

Trânsito internacional exige cobertura própria; a apólice comum não acompanha a moto na fronteira.

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Dúvidas frequentes

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Envie o perfil de uso e retornamos com as opções dimensionadas.

O registro dos produtos é automático e não representa aprovação ou recomendação por parte da Susep. Coberturas, limites máximos de indenização, franquias, cláusulas adicionais e critérios de aceitação seguem as condições contratuais do plano efetivamente contratado e variam por seguradora. As informações prestadas na proposta e no questionário de risco integram o contrato. A situação cadastral do corretor de seguros pode ser consultada em gov.br/susep.

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